strelitzia regiae

 

nome popular- estrelicia reginae
nome científico- strelitzia reginae
origem- África-do-Sul
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+++TEMPORARIAMENTE
+INDISPONÍVEL
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fonte
foto: http://www.sheffields.com/seed_common_name/queen%60s%20bird-of%20paradise
texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Strelitzia_reginaeStrelitzia_reginae_2884

A estrelícia ou ave do paraíso, de nome científico (Strelitzia reginae), é uma planta herbácea, perene rizomatosa originária da África do Sul, com aproximadamente 1,20 m de altura, de folhas duras, grandes e ovoladas com pecíolos bastante compridos. É cultivada em jardins de regiões tropicais e sub-tropicais e bastante apreciada pela beleza das suas flores, que com aproximadamente 15 cm são de cor laranja e azul e assemelham-se à cabeça de uma ave do paraíso.

O termo científico desta planta “reginae” do Latim = reina, foi dedicado a rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, esposa do rei Jorge III de Inglaterra, morta em 1818.

texto: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A20strelitzia.htm

Ela é considerada a flor-símbolo de Los Angeles: é a strelitzia ‚ uma flor colorida e de longa duração, cujo formato lembra uma vivaz e colorida ave.
Popularmente, ela é mais conhecida como “ave-do-paraíso”, apesar de receber também outros nomes, dependendo da região, mas seu nome botânico é Strelitzia reginae. Segundo se sabe, o nome ‘strelitzia’ foi escolhido em homenagem à rainha Charlotte Sophia, duquesa de Mecklenburg Strelitz e esposa do rei George III, da Inglaterra.
A maneira mais fácil de se propagar a partir de raiz desta árvore é por separação de touceiras, mas também não deixará de crescer a partir de sementes.
Para sobreviver não deve enfrentar temperatura inferior a cinco graus centígrados, já, para florescer precisa de temperaturas superiores a 10 graus, com irrigações moderadas durante o ano todo.
A Strelitzia reginae é uma planta herbácea perene que produz flores quase o ano inteiro, desde que cultivada sob sol luz solar plena. A sua propagação dá-se por meio de sementes ou divisão de touceiras. Cultive-a em solo argiloso: 2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia. A planta gosta de água mas não de solo encharcado. Em geral, pode-se regar duas vezes por semana. Em época seca, deve observar a superfície e regar sempre que esta se apresentar seca.
para crescer a partir de sementes deve remover o arilo laranja e semear as sementes numa mistura em partes iguais de areia de rio e da compostagem. Cobrir com uma fina camada de composto e manter húmido.
Mantenha as mudas em um local com sombra para a primeira temporada.
Uma vez germinada a sterlitzia tem um crescimento rápido. Ele vai crescer na semi-sombra ou a pleno sol e exige uma quantidade moderada de água, compostagem do solo e espaço de expansão.
As inflorescências da estrelítzia são formadas durante o ano todo, mas principalmente no verão. A espata é o bico, e serve de bainha para as flores que emergem de coloração laranja, com anteras e estigmas azuis, em forma de flecha. Estas inflorescências são muito duráveis e largamente utilizadas como flor-de-corte. Há ainda uma variedade de flores amarelas, a S. reginae var citrina.
Nos jardins, a strelitzia faz muito sucesso, formando vistosos maciços sobre os gramados, mas é na composição de arranjos e decorações florais que ela mostra a sua maior glória: suas flores, belas e exóticas, dão um show de durabilidade, colorido e versatilidade.
Parente próxima da helicônia e da bananeira, a strelitzia apresenta folhagem exuberante, de coloração verde-escuro, que contrasta com as nervuras centrais das folhas, de tom avermelhado. Já as flores, um verdadeiro trabalho artístico da natureza, são protegidas por uma bráctea, em forma de barca, com colorações que variam do vermelho ao azul-violeta. As seis pétalas das flores formam dois grupos de três: as externas são ligeiramente lanceoladas e de cor alaranjada e, as três mais internas possuem o formato de uma flecha e apresentam tons de azul-metálico.
O resultado é um efeito exótico, elegante e extremamente belo, que tem o seu objetivo: a natureza cria estas composições de formas e cores, num esforço para atrair agentes polinizadores e, neste caso, são os beija-flores os visitantes mais freqüentes, em busca do néctar da strelitzia.
O gênero Strelitzia pertence à família das Musáceas e compreende inúmeras espécies, todas originárias da África do Sul e introduzidas na Europa em 1770, de onde se disseminaram por todo o mundo. A espécie mais cultivada é a Strelitzia reginae, popularmente conhecida como estrelícia, rainha-do-paraíso, bico-de-tucano, flor-do-paraíso, flor-da-rainha, ave-do-paraíso ou bananeirinha-do-jardim. Trata-se de uma planta muito decorativa e, em razão de sua grande durabilidade, é bastante difundida tanto como flor de corte como para o plantio em jardins. Existem também outras espécies, como a Strelitzia alba, de flores brancas e a Strelitzia caudata, de coloração azulada.
De um modo geral, as strelitzias são de fácil cultivo e requerem poucos cuidados, sendo de grande utilidade para a composição de arranjos florais e decoração de ambientes, pois dificilmente são atacadas por problemas que possam danificar suas pétalas e folhas.
A Strelitzia reginae é uma planta herbácea perene que produz flores quase o ano inteiro, desde que cultivada sob luz solar plena. Sua propagação se dá por meio de sementes ou divisão de touceiras. Cultive-a em solo argiloso – 2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia. A planta gosta de água mas não de solo encharcado. Em geral, pode-se regar duas vezes por semana. Em época seca, deve-se observar a superfície e regar sempre que apresentar-se seca.
Essa espécie não apresenta boa produção em regiões de clima quente.
texto:
As temperaturas óptimas para seu cultivo são a máxima de 25°C e a mínima de 10°C. A humidade relativa ideal é de 70% e o cultivo é realizado a pleno sol ou sob telhado, com sombreamento entre 25% e 30%.
O gênero Strelitzia pertence à família das Musáceas e compreende inúmeras espécies, todas originárias da África do Sul e introduzidas na Europa em 1770, de onde se disseminaram por todo o mundo. A espécie mais cultivada é a Strelitzia reginae, popularmente conhecida como estrelícia, rainha-do-paraíso, bico-de-tucano, flor-do-paraíso, flor-da-rainha, ave-do-paraíso ou bananeirinha-do-jardim. Trata-se de uma planta muito decorativa e, em razão de sua grande durabilidade, é bastante difundida tanto como flor de corte como para o plantio em jardins.
Existem também outras espécies, como a Strelitzia alba, de flores brancas e a Strelitzia caudata, de coloração azulada.
A propagação desta espécie pode ser feita por meio de divisão dos rizomas (divisão de touceiras) e por sementes. A planta propagada por divisão de touceiras inicia seu florescimento em três anos, porém, neste processo, obtém-se um pequeno número de plantas reproduzidas a partir da planta mãe. A propagação por sementes é facilitada pelo elevado número de frutos deiscentes produzidos por inflorescência, podendo ser de um a seis, e de sementes produzidas em cada fruto, 30 em média. A planta propagada por sementes inicia seu florescimento entre quatro e cinco anos.
A maior dificuldade na propagação da Strelitzia via semente é o prolongado tempo e o baixo percentual de germinação, devido à dormência. Estes factores evidenciam a necessidade de serem realizados estudos no sentido de se viabilizar a produção comercial de mudas por meio de sementes, sendo necessário à busca de tratamentos eficientes para a superação da dormência, já que são várias as hipóteses para explicar sua origem.
Cultive-a em solo argiloso (2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia. A planta gosta de água, mas não de solo encharcado. Em geral, pode-se regar duas vezes por semana. Em época seca, deve-se observar a superfície e regar sempre que apresentar- se seca.

 

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