strelitzia reginae, dwarf |anã|miniatura|

nome popular — estrelicia reginae, dwarf
nome científico — strelitzia reginae
origem — África-do-Sul
 
— TEMPORARIAMENTE
INDISPONÍVEL —
 
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estrelícia ou ave do paraíso, de nome científico (Strelitzia reginae), é uma planta herbácea, perene rizomatosa originária da África do Sul, com aproximadamente 1,20 m de altura, de folhas duras, grandes e ovoladas com pecíolos bastante compridos. A sua irmã de sangue, a Strelitzia Reginae, dwarf |miniatura|anã|, é em tudo semelhante à Strelitzia Reginae, inclusivé na coloração,  não ultrapassando contudo o —0,50m— de altura. É cultivada em jardins de regiões tropicais e sub-tropicais e bastante apreciada pela beleza das suas flores, que com aproximadamente — 10 cm— são de cor laranja e azul e assemelham-se à cabeça de uma ave do paraíso, um pouco menos a Dwarf.O termo científico desta planta “reginae” do Latim = reina, foi dedicado a rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, esposa do rei Jorge III de Inglaterra, morta em 1818.
A maneira mais fácil de se propagar a partir de raiz desta árvore é por separação de touceiras, mas também não deixará de crescer a partir de sementes.
Para sobreviver não deve enfrentar temperatura inferior a cinco graus centígrados. 
As temperaturas óptimas para seu cultivo são a máxima de 25°C e a mínima de 10°C. A humidade relativa ideal é de 70% e o cultivo é realizado a pleno sol ou sob telhado, com sombreamento entre 25% e 30%.
O gênero Strelitzia pertence à família das Musáceas e compreende inúmeras espécies, todas originárias da África do Sul e introduzidas na Europa em 1770, de onde se disseminaram por todo o mundo. A espécie mais cultivada é a Strelitzia reginae, popularmente conhecida como estrelícia, rainha-do-paraíso, bico-de-tucano, flor-do-paraíso, flor-da-rainha, ave-do-paraíso ou bananeirinha-do-jardim. Trata-se de uma planta muito decorativa e, em razão de sua grande durabilidade, é bastante difundida tanto como flor de corte como para o plantio em jardins.
Existem também outras espécies, como a Strelitzia alba, de flores brancas e a Strelitzia caudata, de coloração azulada.
A propagação desta espécie pode ser feita por meio de divisão dos rizomas (divisão de touceiras) e por sementes. A planta propagada por divisão de touceiras inicia seu florescimento em três anos, porém, neste processo, obtém-se um pequeno número de plantas reproduzidas a partir da planta mãe. A propagação por sementes é facilitada pelo elevado número de frutos deiscentes produzidos por inflorescência, podendo ser de um a seis, e de sementes produzidas em cada fruto, 30 em média. A planta propagada por sementes inicia seu florescimento um pouco mais tarde, 4º ou 5º ano.
A maior dificuldade na propagação da Strelitzia via semente é o prolongado tempo e o baixo percentual de germinação, devido à dormência. Estes factores evidenciam a necessidade de serem realizados estudos no sentido de se viabilizar a produção comercial de mudas por meio de sementes, sendo necessário à busca de tratamentos eficientes para a superação da dormência, já que são várias as hipóteses para explicar sua origem.
Cultive-a em solo argiloso (2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia. A planta gosta de água, mas não de solo encharcado. Em geral, pode-se regar duas vezes por semana. Em época seca, deve-se observar a superfície e regar sempre que apresentar- se seca.

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