espargo, mary washington

nome popular—aspargo “mary washington”
nome científico—asparagus officinalis
origem—EUA
 
—em lotes de 11, 22, 44, 88, 176 e 352 sementes e/ou garras—

—cotação para lote 11 sementes, 4,125€—
—cotação para lote 11 garras, 17,50€—
(fornecido em substrato)
 
 |||BY ORDER|
—A FEW ITEMS
AVAILABLE—
 
—restantes lotes serão cotados proporcionalmente ao valor unitário sofrendo descontos de 10, 20, 30, 40 e 50%, respectivamente—
 
—produto código interno —616100—919100—
 —sob orçamento, fornecem-se em potes de 6 litros, com +2 anos ou em potes de 30 litros com +3 anos e aptos a produzir—
 
OBS—Em número de unidades inferior ao lote mínimo a cotação é agravada em 25%
 
fonte
foto:
texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Asparagus_officinalis
 
Asparagus officinalis (aspargo (português brasileiro) ou espargo (português europeu) ) é uma planta da classe Liliopsida, ordem Asparagales, família Asparagaceae, género Asparagus. Os seus rebentos novos são um vegetal bastante apreciado, particularmente na cozinha inglesa, alemã e francesa. Tem um sabor delicado, poucas calorias e é particularmente rico em ácido fólico, além de ter propriedades diuréticas.
O aspargo é uma planta perene. A colheita dos brotos  faz-se na primavera, a partir do segundo ou terceiro ano. Os aspargos brancos são cultivados impedindo os brotos jovens de obter luz.
O aspargo pode provocar um odor característico na urina da pessoa que os consumiu, sem nenhuma consequência nociva. As substâncias que provocam odor não existem originalmente no vegetal: são um resultado do metabolismo de um de seus componentes, que contem enxofre. Todas as pessoas[1] (ou apenas 40% das pessoas, segundo outra fonte[2]) produzem esses metabólitos e têm o cheiro da urina afetado. Curiosamente, nem todas as pessoas conseguem perceber o odor — cerca de 60% das pessoas são insensíveis a ele.
Há registros na história acerca de apreciadores de iguarias com base nos aspargos,[3] tais como o imperador romano Otávio Augusto, o gastrônomo romano Marcus Gavius Apicius, o naturalista também romano Plínio, o velho (que chamava os aspargos de “a verdura de Deus”), na antiguidade. O prestígio dos aspargos caiu muito durante a Idade Média, voltando a ser um prato apreciado durante o Renascimento, sendo daí em diante muito apreciado popr personalidades como o Rei Sol, Luís XIV e pelo chanceler alemão Bismarck.
 
fonte
foto
texto: André M. P. Vasconcelos, Engº Agrónomo
 
Espécie originária da Europa o Espargo era utilizado pelos gregos no seu estado silvestre e foram cultivados pelos egípcios devido ás suas propriedades medicinais, cerca do ano de 3000 aC. Foram cultivados pelos romanos e mais tarde em hortos para alimentação da corte em França e noutros países europeus durante os séculos XV a XVIII. As alterações das técnicas culturais que ocorrem no séc, XIX, trazem a cultura do Espargo para a era moderna.
Planta herbácea perene, constituída por uma parte subterrânea designada por garra, que é composta pelo rizoma e pelas raízes principais. O sistema radicular do Espargo é formado por raízes adventíceas designadas por raizes principais e por raízes laterais, sendo estas responsáveis pela alimentação hídrica e mineral da planta. As raízes principais são carnudas e servem como orgão de reserva. O rizoma contém gemas que dão origem aos caules aéreos, designados por turiões quando estes permanecem abaixo da superfície do solo, sendo estes caules a parte comestível da planta. As folhas são estruturas sésseis reduzidas a escamas. As flores de Espargo são pequenas de cor esverdeada ou amarelada e o fruto é uma baga com 3 a 4 sementes. O espargo é uma espécie dióica.
Em geral, as sementes de Espargos cultivam-se em local definitivo desde o final do Inverno até meados da Primavera. Em Portugal e todo o Hemisfério Norte nos meses de Fevereiro, Março, Abril e Maio.
Os Espargos preferem solos de texturas ligeiras e sem pedregosidades, profundos e bem drenados. Cultura tolerante á salinidade mas sensível à acidez do solo.
Prefere climas frescos com temperaturas médias entre os 16 Cº e os 24Cº. Os turiões só crescem quando a temperatura do solo, ao nível da garra, atinge os 10 a 12Cº.
A intensidade luminosa é importante durante a fase de desenvolvimento e funcionamento da parte aérea, para a reposição de reservas nas garras e para a formação de novas raízes.
Espécie rústica, suporta períodos frios e secos. Sensível à geada.
Evitar o excesso de água.
Proceder a uma fertilização de fundo com a incorporação de matéria orgânica. O correctivo orgânico deve ser incorporado com antecedência em relação à instalação da cultura. A altura de maiores exigências em nutrientes ocorre após a colheita, para reposição das reservas utilizadas pelas raízes durante a produção dos turiões, nesta altura deve-se fertilizar.
Afídeo do espargo, crióceros do espargo, lagarta do espargo, mineira do espargo, mosca das sementes, mosca do espargo, rosca, ferrugem, fitóftora, fusariose dos caules, podridão cinzenta, rizoctónia são algumas das pragas e doenças que podem afectar negativamente a sua cultura.
Multiplica-se por sementes.
Os turiões colhem-se á medida que emergem do solo. A colheita é efectuada manualmente com facas ou goivas, cortando o turião a 20 25 cm de profundidade. A época de colheita não deve prolongar-se além das 8 a 12 semanas, no máximo,  para não debilitar a cultura. Os espargos devem ser direitos, firmes, tenros, de cor branca ou verde e apresentar brilho. Devem ser conservados no frio a uma temperatura entre os 0 a 6 Cº.
Podem ser utilizados em fresco, congelados ou em conservas. O Espargo tem um sabor delicado, poucas calorias e é particularmente rico em ácido fólico, além de ter propriedades depurativas e diuréticas. O seu consumo é desaconselhado a pessoas que sofrem de gota e reumatismo.
 
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