gibardeira

 

nome popular – gibardeira,
gilbardeira, azevinho-menor, erva-dos-vasculhos ou pica-rato
nome científico – ruscus aculeatus
origem – Parte altântica da Europa e região mediterrânica
 

—DISPONÍVEL—

 
fonte
foto: www.flickr.com
texto: http://www.ecologicstation.com

Arbusto rizomatoso de onde brotam numerosos caules, constituindo uma forma arredondada não muito densa e caules rígidos, verdes, com estrias longitudinais e folhas reduzidas a pequenas escamas lanceoladas de poucos mm, membranáceas, de cuja axila se desenvolvem cladódios (ramos espalmados, neste caso em forma de folha) ovado-aguçados, rígidos, terminados em espinho, no centro dos quais se encontram 1-3 flores. A estrutura reprodutiva é constituida por flores unissexuais solitárias sobre filocládios, envoltas por brácteas lenceoladas e membranosas de 2-3 x 0,7-1mm; perianto formado por peças livres com 4-5mm, esverdeadas; nas flores masculinas encontram-se três estames soldados em coluna pelos seus filamentos, coroados por anteras amarelas; fruto com uma baga de cor vermelho-intenso, quando madura.

Ocorre praticamente em todo o tipo de terrenos, mas prefere os locais frescos e sombrios, contudo não suporta os frios e geadas das altitudes mais elevadas, razão pela qual apenas é encontrado dos 0 aos 1400m. É frequente nas florestas de sobreiro, de azinheira e de carvalho-alvarinho. Tolera razoavelmente a seca.

A raíz é usada como diurético. Os rebentos jovens da planta são comestíveis e preparados tal como os espargos. O facto de serem excessivamente recolectadas para arranjos natalícios motivou o condicionamento legal da sua colheita (muito duradoura depois de seca).
O fruto é uma baga globosa de cor vermelha com uma a quatro sementes.
Subarbusto vivaz, rizomatoso, com flores unissexuais (flores femininas e masculinas no mesmo indivíduo), florescendo durante o Inverno e Primavera com seus frutinhos a atingirem o estado de maturação no Outono e Inverno

Propaga-se por semente ou divisão do rizoma.  No início da  primavera, enterrar as sementes espaçadamente. Germinam melhor se se fizer estratificação a frio, no entanto pode demorar bastante, por vezes mais de 12 meses. Pode fazê-las crescer no interior, com alguma sombra, durante a primeira estação de crescimento. Para garantir que não carecem de nutrientes pode usar alimento líquido. Separe-as por vasos individuais na primavera seguinte e deixe-as crescer durante mais um ano, até as plantar no exterior, no início do verão. Proteja as plantas de lesmas. Por divisão, assim que a planta começar a crescer, no início da primavera. Divisões de maior dimensão podem ser plantadas logo nas posições finais. Pode também dividir em partes menores, plantando-as definitivamente no verão, quando estiverem bem estabelecidas.

 

 

 

 

 

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