pinheiro manso

 

nome popular – pinheiro manso
nome científico – pinus pinea
origem –
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+++DISPONÍVEL
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fonte
foto1: http://www.garthruffner.com
foto2: http://www.ilhabonsai.com.br
texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pinheiro-manso

O pinheiro-manso (Pinus pinea) é uma espécie de pinheiro originária do Velho Mundo, mais precisamente da região do Mediterrâneo. Desde a pré-história, esta árvore é aproveitada como fonte de alimento, devido aos pinhões que produz, sendo uma espécie bastante disseminada.

O pinheiro-manso pode exceder os 78 metros de altura, embora normalmente seja de menor dimensão – entre 12 e 20 metros. Possui uma forma de sombrinha bastante característica, com o tronco curto e largo, culminando numa copa bastante plana.

fonte
foto:
texto: http://arvoresdeportugal.free.fr/IndexArborium/Pinheiro_manso/Pinheiro_manso_Pinus_pinea.htm
Árvore resinosa de porte mediano até 25 m de altura. Possui copa densa, ampla, arredondada em forma de guarda-sol no indivíduos adultos e esférica nos sujeitos jovens, muito característica da paisagem mediterrânea com alto fuste direito ou levemente flexuoso e robusto. Tronco coberto por casca espessa, castanho-avermelhada, depois acinzentada e profundamente fendida com a idade. Pernadas grossas viradas para cima;  ramos em ângulo agudo, e raminhos curvos, de um tom cinzento-esverdeado-pálido. Ramificação densa verde intenso.
Folhas persistentes, em forma de agulhas – acículares – contendo canais resiníferos marginais, agrupadas aos pares com 10 a 18 cm de comprimento e 1.5-2 mm de largura, ligeiramente torcidas, agudas, encurvadas em goteira, flexíveis, luzidias, de cor verde-acinzentadas. Persistem três a quatro anos.
Floração monóica. Flores masculinas dispostas em inflorescências amarelas com forma de espiga na base dos raminhos do ano; flores femininas, verdes, erguidas sobre curto pedúnculo, dispostas em inflorescências na extremidade do rebento anual. A floração ocorre de Março a Maio, enquanto que a maturação das pinhas dá-se três anos mais tarde.
As pinhas ou cônes, são grandes de forma ovoídes, sub-globosas com 7-13 x 7-10 cm, de base plana, sub-sésseis, primeiro verdes, depois castanho-avermelhadas brilhante na maturação que dura três anos após a fertilização dos óvulos. As escamas possuem escudilho levemente piramidal, sob as quais se encontram duas sementes (pinhões) ovóide-elipsóides, de 1,5 a 2 cm de comprimento, com asa pequena e testa lenhosa.
Frutifica a partir dos 15-20 anos.
Gomos cilíndricos, pontiagudos, castanho-avermelhados, com escamas franjadas de branco
Os raminhos são glabros, cinzentos-esverdeados.
Casca ritidoma profundamente fendido longitudinalmente, escamoso, de cor castanho-acinzentado no exterior e deixando grandes placas a descoberto vermelho–alaranjadas.
Árvore de plena luz, heliófila , que requer luz abundante e um clima algo quente, não suportando geadas fortes e contínuas. Espécie muito frugal e excelente pioneira em solos pobres em húmus, aceita vários tipos de solo, embora os prefira siliciosos, arenosos leves, incluindo areias marítimas e dunas fixas. Exige calor e humidade atmosférica; resiste bem à seca, apreciando pluviosidade entre 400 e 800 mm e possui grande resistência ao vento, não indo além dos 1000 m de altitude.
Encontra-se naturalmente misturado com o pinheiro bravo, azinheiras, sobreiros e outros carvalhos.
Árvore de crescimento lento (5 m aos 20 anos), mas de longevidade média, cerca de 250 anos
Propaga-se unicamente por semente.
Espécie originária da zona ocidental da bacia do Mediterrâneo: Sudoeste da Europa e Norte de África. Hoje em dia está muito espalhada por toda a bacia mediterrânica
É espontânea em Portugal, grande parte da área do pinheiro-manso, concentra-se a sul do Tejo, principalmente nos distritos de Setúbal, Évora, Faro; a norte do Tejo: Santarém, mas na realidade encontra-se em todo o litoral e interior do País, sempre que as condições fitoclimáticas o permitem: na Beira Alta e Ribatejo.
Pouco utilizada como essência florestal, o interesse económico dos extensos pinhais mansos reside no aproveitamento do pinhão comestível. A semente, (pinhões) oleaginosas e ricas em nutrientes são utilizadas em douçaria na confecção de alguns pratos gastronómicos, ou como aperitivos.
A madeira emprega-se em vigamentos, carpintaria, construção naval.
A sua acção de protector dos solos arenosos, nomeadamente na fixação das dunas, permite obter rendimento florestal em terrenos pobres, pouco ou nada produtivos.
É uma árvore ornamental de grande valor. A sua forma é inconfundível devido ao formato da sua copa semi-esférica. Em alamedas e jardins  proporciona uma sombra densa e muito agradável.
Resistente à poluição urbana.

 

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